E os sinos continuam tocando, todas as quartas, no Teatro Coletivo. A equipe de reportagem do Guia da Semana foi até lá para conferir de perto a história de Clariana e seus personagens!!
A repórter Nathalya Buracoff descreve: “Ao sair de Sinos Imaginários, ouvi um senhor comentar para uma mulher, possivelmente sua esposa: "Não fale nada agora, acabei de viver um momento mágico". Aquela frase ecoou em mim e estou vivendo em algum lugar paralelo a este mundo até agora, ao escrever este texto. Se eu estou ouvindo sininhos, não sei dizer. Mas este foi o carimbo que o tilintar imaginário deixou em mim”.
Nathalya conclui sua resenha crítica fazendo um convite aos leitores: “A peça fica em cartaz até 26 de agosto, no Teatro Coletivo Fábrica. Se você também deseja ter uma experiência inusitada, forte e ao mesmo tempo repleta de sutilezas, experimente. Eu já contei o que ela fez comigo, depois me conte o que ela fez com você”.
A estréia da peça foi um sucesso! Casa cheia, público caloroso, cores, sons, luzes, emoções no ar!! Sinos tocaram pelo espaço em movimento!! Confiram a cobertura do evento feita pelo videomaker Fernando Modenezi e deixem seus comentários aqui no site!!
A estréia da peça foi um sucesso! Casa cheia, público caloroso, sinos tocando pelo espaço em movimento!!! O espetáculo continua em cartaz todas as quartas-feiras de julho e agosto, sempre às 21h00, no Teatro Coletivo Fábrica (R. da Consolação, 1623)!!! Quem não viu, ainda há tempo e os que já viram, por favor, divulguem aos amigos!!!
Em breve publicaremos aqui o makking off da estréia feito pelo videomaker Fernando Modenezi! E confiram agora a sessão de fotos da estréia feita por Vinny Campos clicando em “fotos” aqui mesmo no site!
Participe da noite de estréia da peça "Sinos Imaginários"!!!!
As portas do Teatro Coletivo Fábrica finalmente se abrem para contar a história de Clariana. Nossa estréia está confirmada para o dia 08 de julho de 2009!! Contamos com a presença de todos nessa grande noite!!
A peça gira em torno de Clariana (Chris Cruz). Uma jovem escritora que, reclusa em seu apartamento, passa o tempo a imaginar histórias para seus livros. Vive atormentada com os prazos que sua editora lhe impõe, às voltas com o namorado, Thales (Rober Tosta), que se mostra mais ausente do que presente e descobrindo um pouco mais sobre si mesma nas sessões de terapia que freqüenta. Certo dia, o Menino-Varrido (Bruno Autran) e a Menina esquisita (Dani Guerreiro), personagens de seu livro, surgem bem no meio de sua da sala. A realidade dela passa a se confundir com sua própria ficção. Seus personagens passam a povoar a casa e insistem em lhe dizer algumas verdades que interferem em sua vida, suas decisões, seu futuro.
A história de Clariana não é só mais uma história no mundo das histórias. A história de Clariana é a minha história, é a sua história, é a história de toda a humanidade. É a história da mágica que não entendemos, que negamos, que vivemos mesmo sem saber porquê. A mágica da vida: quem somos? de onde viemos? para onde vamos? quanto tempo temos? como lidar com as pessoas? como lidar com o mundo?
A história de Clariana não é só mais uma história no mundo das histórias. A história de Clariana é a história de todos nós!
Serviço:
Local: Teatro Coletivo Fábrica (Rua da Consolação, 1623, SP)
Data: todas as quartas-feiras, de 08/07 à 26/08 de 2009
Horário: 21h00
Ingressos: R$20,00 (meia) / R$40,00 (inteira)
Forma de Pagamento: dinheiro ou cheque
Promoção: A meia-entrada é válida para estudantes, aposentados, artistas e nomes na lista amiga
Lista Amiga: Mande seu nome para contato@mairaviana.com.br e pague meia-entrada.
Classificação: 14 anos
Duração: 70 minutos
Estacionamento Conveniado: R$ 8,00 - Rua da Consolação, 1681
Informações: 11 - 81980351
Mais Informações: www.sinosimaginarios.com.br
Dizem por aí que sinos imaginários tocam quando algo extraordinário está para acontecer. Os ventos prenunciam nossos ritos de passagem sacudindo as roupas no varal. Nos desprendemos do mundo lá fora para nos concentrar no mundo “de dentro”. E confundimos a realidade com nossa própria ficção. O tempo já não corresponde aos padrões normais. Vinte minutos, vinte dias, vinte horas, no mundo “de dentro”, o tempo meio que tanto faz. Reconhecemos, assimilamos e iniciamos nossos pequenos rituais de superação. E parecemos seguir em frente lidando com nossos fantasmas, confundindo a linearidade dos relógios, saindo do modo invisível e tentando, de todas as formas, responder às perguntas que nos espreitam pelo caminho.